domingo, 12 de janeiro de 2014


BORBOLETAS NO ESTÔMAGO

Insisto,
Acredito no amor, 
Ele pode chegar tão normal, tão comum e sem dor...
Pode ser tempestade, tormenta, pode ser beija-flor.
Seja lá o que for, como vier, como for.
É amor.
Esse tal que me faz sonhar acordada,
Que me dá borboletas
Que dá calor, 
Suor nas mãos,
Inquietude...
Que me move e faz tomar rumos inusitados,
Que me faz pensar em fugir...
Com ele...
Que faz as borboletas, minhas velhas amigas acordarem...
Essas borboletas espertas sabem por quem acordam!
E acordam pra esse azul profundo, mal humorado e lá no fundo tão doce...
Mas, essas danadas não são simples de lidar
Me afligem, de tanto que querem dançar
Me atrapalham pensar,
Me impedem o respirar
Sempre tonta,
Sempre sem ar,
Sempre pensando em uma maneira de contigo estar...

Ciça

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